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Moinho Vistalegrense

Sobre el lugar

O antigo moinho, construído antes da Igreja Matriz, é um importante marco histórico de Vista Alegre do Prata. Edificado pelo engenheiro Heitor Lanzoni e pelo pedreiro Raimundo Viecilli, juntamente com outros sócios — entre eles Ângelo Bidese e José Ruggini —, o empreendimento foi implantado em terreno adquirido de André Bidese, sendo inicialmente administrado por um grupo de oito proprietários.

Em uma época em que ainda não havia energia elétrica, o funcionamento do moinho era garantido por meio de motor próprio, possibilitando a moagem de milho, trigo e arrozO antigo moinho, construído antes da Igreja Matriz, é um importante marco histórico de Vista Alegre do Prata. Edificado pelo engenheiro Heitor Lanzoni e pelo pedreiro Raimundo Viecilli, juntamente com outros sócios — entre eles Ângelo Bidese e José Ruggini —, o empreendimento foi implantado em terreno adquirido de André Bidese, sendo inicialmente administrado por um grupo de oito proprietários.

Em uma época em que ainda não havia energia elétrica, o funcionamento do moinho era garantido por meio de motor próprio, possibilitando a moagem de milho, trigo e arroz. Ângelo Bidese e seu filho, Clemente, atuaram diretamente nas atividades até o ano de 1959, quando cessaram os trabalhos e o moinho foi posteriormente vendido. Desde meados de 1966, o imóvel pertence a Carlos Costa Curta.

A edificação, com quatro pavimentos, apresenta estrutura em alvenaria e arquitetura simples, porém singular. Possui aberturas em vidro, com exceção da porta metálica, e cobertura em telhado de quatro águas com telhas cerâmicas. Sua coloração marrom permanece original, nunca tendo sido alterada ao longo do tempo. A fachada principal é simétrica, destacando um letreiro com o nome comercial e um pequeno beiral sobre a entrada, que serve como proteção contra a chuva.

O acesso ao interior se dá por uma pequena escada, conduzindo a ambientes com assoalho de madeira, onde ainda se encontram máquinas e espaços destinados ao armazenamento de produtos. Internamente, o moinho mantém características originais, sem pintura, preservando sua autenticidade histórica e reforçando seu valor como patrimônio cultural do município. As máquinas utilizadas no processo foram trazidas da Alemanha. Ângelo Bidese e seu filho, Clemente, atuaram diretamente nas atividades até o ano de 1959, quando cessaram os trabalhos e o moinho foi posteriormente vendido. Desde meados de 1966, o imóvel pertence a família de Carlos Costa Curta.

A edificação, com quatro pavimentos, apresenta estrutura em alvenaria e arquitetura simples, porém singular. Possui aberturas em vidro, com exceção da porta metálica, e cobertura em telhado de quatro águas com telhas cerâmicas. Sua coloração marrom permanece original, nunca tendo sido alterada ao longo do tempo. A fachada principal é simétrica, destacando um letreiro com o nome comercial e um pequeno beiral sobre a entrada, que serve como proteção contra a chuva.

O acesso ao interior se dá por uma pequena escada, conduzindo a ambientes com assoalho de madeira, onde ainda se encontram máquinas e espaços destinados ao armazenamento de produtos. Internamente, o moinho mantém características originais, sem pintura, preservando sua autenticidade histórica e reforçando seu valor como patrimônio cultural do município.

Moinho Vistalegrense

O Moinho Vistalegrense é um importante patrimônio histórico, utilizado para a moagem e armazenamento de grãos, teve papel fundamental no desenvolvimento econômico do município na segunda metade do século XX.

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