Senado regulamentou a profissão de sommelier, profissionais especializados em vinhos que prestam serviços para empresas e restaurantes.
O Congresso regulamentou, nessa semana, a profissão de sommelier, profissionais especializados em vinhos que prestam serviços para empresas e restaurantes. Com as uvas já colhidas e vinho produzido, o trabalho do sommelier começa. É dele a tarefa de desvendar os mistérios do sabor que nasce da terra e traduzir para o consumidor o que está dentro da garrafa.
“É 60% cabernet souvingon e 40% merlot. Sempre é importante a opinião de quem entende para harmonizar com o prato que vai ser servido durante a refeição”, lembra a advogada Michelle Santarem.
Na dúvida, basta chamar a sommelier: “É possível aprender com o cliente, e é preciso aprender a interpretar o cliente”, afirma a sommelier Renata Formolo Camiotto.
Fazer a combinação entre o vinho ideal e uma determinada comida é apenas uma das funções do sommelier. Ele também é responsável pela compra e venda do produto, pelo controle de estoque e pela conservação do vinho na adega.
O projeto de lei, que ainda precisa da sanção presidencial para entrar em vigor, define os locais onde o profissional pode trabalhar, como vinícolas, restaurantes e hotéis.
Não há um piso salarial para esta categoria, mas já existem associações de profissionais e cursos de formação que duram até três anos. “A legislação diz que o profissional sommelier é aquele profissional que estudou em uma escola pública ou privada, nacional ou estrangeira, ou que tenha exercido, até a promulgação da lei, pelo menos três anos de serviço no Brasil”, conta Jefferson Sancineto Nunes-Pres da Federação Sommelier Internacional do Brasil.
Uma lição que muita gente aprendeu. “Não ter um sommelier é como ter uma orquestra sem maestro. Por mais que saibamos tocar os instrumentos, achamos que sabemos o vinho, sempre tem uma fala nova, um momento novo, um momento especial.
Fonte: Jornal Nacional























